Como fazer uma boa Safrinha de Milho? Use Azospirillum!

Como fazer uma boa Safrinha de Milho? Use Azospirillum!

A segunda safra ocupa cada vez mais espaço no planejamento dos produtores e cresce a procura por novas tecnologias no campo que tragam eficiência em produtividade e aumento da rentabilidade.

Quanto mais tarde for semeado, menor será o potencial produtivo e maior o risco de perdas por geadas e/ou seca. Assim, o planejamento do milho safrinha começa com a cultura de verão, visando liberar a área o mais cedo possível para a segunda cultura.

Normalmente, ocorre o plantio de soja e a sucessão com o milho safrinha. Assim, é preciso escolher a soja com a precocidade adequada para que não ocorram atrasos na colheita que irão impactar a semeadura do milho.

Use Azospirillum! 

Azospirillum faz parte das bactérias promotoras de crescimento das plantas por meio da fixação biológica de nitrogênio (FBN), portanto, visa reduzir a necessidade de adubação nitrogenada e melhorar a produtividade de grãos, fazendo sua produção ser mais segura e eficiente durante a safrinha do milho.

Essas bactérias são capazes de estimular o crescimento das plantas devido a alguns fatores como:

  • Fixação biológica de nitrogênio
  • Aumento na atividade da redutase do nitrato
  • Produção de hormônios
  • Solubilização de fosfato e
  • Por atuarem como agente de controle biológico de patógenos.

Para informações de dosagem, garantias e apresentação, acesse o link: Inoculantes Nodusoja 

30/11/2021

Autor: Nodusoja 

Compartilhar:

Turfeiras da Patagônia!

Foto: Pântano de Turfa em Terra do Fogo, Argentina

Turfeiras da Patagônia!

As turfeiras são um tipo de pantanal muito valioso. São comunidades vegetais dominadas por musgos do gênero Sphagnum, acompanhados por líquenes, fungos, ervas e arbustos característicos da região da Patagônia Argentina e Chilena, no Cone Sul do continente americano.

Crescem ano a ano, aproximadamente 10 cm a cada 100 anos, reservando água e retendo carbono e metano em longo prazo. Algumas têm até 18.000 anos de antiguidade.

A turfa é um dos materiais mais usados como substrato na agricultura e é considerado o adubo perfeito para as plantas.

Para a preparação dos inoculantes turfosos, a Nodusoja importa a turfa da província de Terra do Fogo, na Patagônia Argentina, onde a acumulação de matéria orgânica e a ausência de presença humana e animal, além do clima frio e úmido, conferem-lhe uma qualidade extraordinária.

Para informações de dosagem, garantias e apresentação, acesse o link: Inoculantes Nodusoja 

05/11/2021

Autor: Nodusoja

Compartilhar:

Fertilizantes no Brasil – Um mercado em expansão

Fertilizantes no Brasil - Um mercado em expansão

O Brasil figura entre os primeiros colocados na produção de diversas culturas agrícolas de interesse econômico tais como: algodão, café, cana-de-açúcar, milho, soja, dentre outras. A agroindústria brasileira tem apresentado um crescimento contínuo ao longo das últimas décadas. O aumento na produtividade das lavouras é reflexo, principalmente, de investimentos em pesquisa, melhoria genética das cultivares, novos equipamentos, defensivos mais eficientes, aprimoramento das técnicas de manejo e também pelo maior e melhor uso dos fertilizantes ou adubos (1-3).

Segundo a FAO, Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura, no Brasil, entre os anos de 1970 e 2001 houve um aumento da área cultivada de 150% e da adubação em 440%, culminando com um aumento da produtividade em 350%. Isto comprova que a fertilização está fortemente ligada com o aumento da produtividade das lavouras brasileiras, contribuindo para a diminuição da abertura de novas áreas para o cultivo e os estudos mostram que existe um potencial para aumentar ainda mais a produtividade das nossas lavouras (4,5).

No geral, os fertilizantes dividem-se em naturais ou sintéticos, podendo ser aplicados diretamente no solo ou sobre a parte aérea das plantas. Eles possuem elementos vitais para o perfeito desenvolvimento das plantas. São classificados quanto a sua exigência pelas plantas: em macronutrientes, quando exigidos em maiores quantidades, geralmente relacionados ao crescimento vegetativo da planta e micronutrientes, quando exigidos em menores quantidades, relacionados com processos metabólicos celulares mais específicos. Em ambos os casos as quantidades variam de acordo com a espécie da planta e também quanto ao seu estágio de desenvolvimento (6-9).

A crescente demanda pela produção de alimentos colocou o Brasil na quarta posição entre os maiores consumidores de fertilizantes no mundo, ficando atrás somente da China, Índia e Estados Unidos(10,11). Em seu anuário, a Abisolo – Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal, registrou em 2020 um aumento de 43% em vendas de fertilizantes especiais (foliares, organominerais e orgânicos) com relação ao ano anterior (2019), ultrapassando a cifra de 10,1 bilhões de reais (12,13).

                        A Nodusoja também possui uma linha de fertilizantes líquidos e sólidos solúveis. São fertilizantes foliares, fertilizantes para o tratamento de sementes e também uma linha completa de adjuvantes para aumentar a eficiência dos processos de pulverização das lavouras. São produtos de alta tecnologia, desenvolvidos com as melhores matérias-primas do mercado, sempre buscando entregar a melhor performance com o menor custo.

Em breve teremos novidades em nosso portfólio.

Consulte-nos para maiores informações.

Referências

[1] – FAO. Fertilizer use by crop in Brazil. FAO – Food and Agriculture Organization Of The United Nations, Roma, 2004.

[2] – LOUREIRO, F. E. V. L.; MELAMED, R. O fósforo na agricultura brasileira: uma abordagem minero-metalúrgica. 1ª ed. Rio de Janeiro, CETEM – Centro de Tecnologia Mineral, 2006.

[3] – CONAB – Companhia Nacional de Abastecimento; Séries históricas. [2021]. Disponível em: <https://www.conab.gov.br/info-agro/safras/serie-historica-das-safras/item/download/38678_e6f40c82b1af66665ce5e828d0fdd321>. Acessoem: Ago. 2021.

[4] – ISHERWOOD, K. F. Mineral Fertilizer use and the Environment, Rev. ed. Paris, IFA – InternationalFertilizerIndustryAssociation, 2000.

[5] – SCOLARI, D. D. G.; Produção Agrícola Mundial: O Potencial do Brasil. IN: VISÃO PROGRESSISTA DO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO. Brasília, DF: Fundação Milton Campos, p. 9-86, 2006.

[6] – MALAVOLTA, E. Manual de química agrícola: adubos e adubação. 3.ed. São Paulo: Agronômica Ceres, 1981. 596p.

[7] – LUCHESE, E. B.; FAVERO, L. O. B.; LENZI, E.; Fundamentos da química do solo – Teoria e Prática. 2ª ed. Rio de Janeiro, Freitas Bastos, 2002.

[8] – SOUSA, D. M. G.; LOBATO, E.; Cerrado – Correção do solo e adubação. 2ª ed. Brasília, EMBRAPA, 2004.

[9] – MARSCHNER, H. Mineral Nutrition of higher plants. 2a ed. Londres, Academic Press, 1995.

[10] –Global Fert – Informações estratégicas no mercado brasileiro de fertilizantes; China, Índia, Estados Unidos e Brasil concentram 58% da demanda global de macronutrientes.[2020]. Disponível em: < https://www.globalfert.com.br/boletins/china-india-estados-unidos-e-brasil-concentram-58-da-demanda-global-de-fertilizantes/>. Acessoem: Ago. 2021.

[11] – FAO. World Fertilizer Trends and Outlook to 2018. FAO – Food and Agriculture Organization of the Unites Nations, Roma, 2015.

[12] ABISOLO – Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal; Anuário Brasileiro de Tecnologia em Nutrição Vegetal 2019.73 p. [2019]. Disponível em: < https://www.abisolo.com.br/anuario/>. Acesso em: Ago. 2021.

[13] ABISOLO – Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal; Anuário Brasileiro de Tecnologia em Nutrição Vegetal 2020. 94 p. [2020]. Disponível em: < https://www.abisolo.com.br/anuario/>. Acesso em: Ago. 2021.

20/10/2021

Autor: Fábio Plotegher  – Químico e Doutor em Ciências. 

Licenciado em Química (2007) pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), Mestre em Físico-Química (2010) pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e Doutor em Ciências com Ênfase em Físico-Química (2014) pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

Compartilhar:

Pesquisa genuinamente brasileira

Dra. Johanna Dobereiner.

Pesquisa genuinamente brasileira

A cientista que revolucionou a agricultura

O desenvolvimento da tecnologia da inoculação na cultura da soja é resultado da dedicação e persistência da pesquisadora brasileira Dra. Johanna Dobereiner. Nascida em Praga – antiga Checoslováquia, foi naturalizada brasileira em 1956, fugindo do cenário pós-guerra que assombrava a Alemanha nos anos 1950. Desembarcou no Brasil já graduada em Agronomia e conseguiu o cargo de pesquisadora assistente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A partir de então, dava-se início a uma trajetória de persistência, dedicação e de muito sucesso. Naquela época, poucos acreditavam que fixação biológica de nitrogênio (FBN) seria capaz de sustentar a produtividade das culturas, a ponto de competir com o uso dos fertilizantes minerais, principalmente os nitrogenados. Em 1964, como integrante da Comissão Nacional da Soja, cultura que se iniciava no Brasil, fomentou o uso de bactérias fixadoras de nitrogênio (FBN) em substituição aos fertilizantes nitrogenados. A adoção dessa nova tecnologia posicionou o Brasil como 2° maior produtor mundial de soja, devido à redução de custos de produção e das altas produtividades. Estima-se que o Brasil economize 1,5 bilhões de dólares anualmente com a adoção da FBN na cultura da soja.

 

O grande sucesso dos inoculantes na cultura soja fez com que despertasse o interesse nas pesquisas relacionadas à interação benéfica entre planta e bactérias para outras culturas. Atualmente, há dezenas de grupos de pesquisas ligados a universidades, centros de pesquisas e empresas privadas que atuam na pesquisa e produção para fornecer aos produtores excelência em produtos biológicos.

 

Nós da Nodusoja produzimos os inoculantes com tecnologia avançada, focando na excelência das matérias primas para gerar um produto com alta qualidade. Para isso, contamos com uma equipe altamente qualificada, dedicada e motivada a superar os desafios diários nas etapas de produção, pesquisa e distribuição, sempre tendo presentes às necessidades dos nossos clientes e parceiros.

 

Atento ao desenvolvimento do mercado dos produtos biológicos e certos da confiança de nossos clientes, estamos buscando diariamente alternativas eficientes para auxiliar nossos parceiros a manter altas produtividades em suas lavouras. Além da linha de inoculantes biológicos, oferecemos fertilizantes foliares, aditivos e adjuvantes para alcançar o máximo potencial de rendimento das lavouras, sempre aliando os produtos Nodusoja com o bom manejo das culturas. Em breve, uma nova linha de produtos com a qualidade Nodusoja estará disponível no mercado, fiquem atentos.

 

Pesquisadora brasileira responsável pelo avanço nas pesquisas com bactérias fixadoras de nitrogênio (FBN) no Brasil. Fonte: https://www.embrapa.br/johanna-dobereiner/na-midia.

26/11/2020

Autor: Tales Romano, Biotecnologista e Dr. em Agronomia.

Compartilhar:

Tecnologia da Coinoculação

Foto: Coinoculação no feijoeiro em Paracatu – MG.

 Você sabe o que é a coinoculação?

  A coinoculação é uma tecnologia em sintonia com a abordagem atual da agricultura, que respeita as demandas de altos rendimentos, mas com sustentabilidade agrícola, econômica, social e ambiental.

  Consiste em adicionar mais de um microrganismo reconhecidamente benéfico às plantas, visando maximizar a contribuição dos mesmos. Combina uma prática já bem conhecida dos produtores: a inoculação das sementes de soja e do feijoeiro com bactérias fixadoras de nitrogênio (N), conhecidas como rizóbios, com o uso do Azospirillum, uma bactéria até então conhecida por sua ação promotora de crescimento em gramíneas.

  A coinoculação proporciona vários benefícios, como aumento da área radicular, o que possibilita maior aproveitamento dos fertilizantes e favorece a planta em situações de estresse hídrico e incremento da produtividade pela maior capacidade de absorção de nutrientes e água pelas raízes. Quanto aos nutrientes, observa-se maior vigor das plantas e equilíbrio nutricional, pelo melhor aproveitamento dos nutrientes do solo e dos fertilizantes. Cabe, ainda, observar que o maior desenvolvimento radicular com Azospirillum também resulta em maior nodulação e, consequentemente, maior contribuição da fixação biológica do nitrogênio.

  Seu uso reduz o aporte de fertilizantes químicos, particularmente os nitrogenados, reduzindo o gasto com insumos. Durante a safra, os rizóbios contribuem com o suprimento de nitrogênio e os benefícios adicionais pela coinoculação com Azospirillum incluem o melhor estado nutricional das plantas e maior tolerância a estresses abióticos, como a seca.

  Vale ressaltar também que foram confirmados incrementos no rendimento de grãos, em relação à inoculação exclusivamente com rizóbios. Desse modo, além de ambientalmente sustentável, a coinoculação é uma tecnologia altamente rentável para o agricultor.

11/07/2019 

Autor: Nodusoja

Fonte: Embrapa Soja – www.embrapa.br

Compartilhar: