Turfeiras da Patagônia!

Foto: Pântano de Turfa em Terra do Fogo, Argentina

Turfeiras da Patagônia!

As turfeiras são um tipo de pantanal muito valioso. São comunidades vegetais dominadas por musgos do gênero Sphagnum, acompanhados por líquenes, fungos, ervas e arbustos característicos da região da Patagônia Argentina e Chilena, no Cone Sul do continente americano.

Crescem ano a ano, aproximadamente 10 cm a cada 100 anos, reservando água e retendo carbono e metano em longo prazo. Algumas têm até 18.000 anos de antiguidade.

A turfa é um dos materiais mais usados como substrato na agricultura e é considerado o adubo perfeito para as plantas.

Para a preparação dos inoculantes turfosos, a Nodusoja importa a turfa da província de Terra do Fogo, na Patagônia Argentina, onde a acumulação de matéria orgânica e a ausência de presença humana e animal, além do clima frio e úmido, conferem-lhe uma qualidade extraordinária.

Para informações de dosagem, garantias e apresentação, acesse o link: Inoculantes Nodusoja 

05/11/2021

Autor: Nodusoja

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Fertilizantes no Brasil – Um mercado em expansão

Fertilizantes no Brasil - Um mercado em expansão

O Brasil figura entre os primeiros colocados na produção de diversas culturas agrícolas de interesse econômico tais como: algodão, café, cana-de-açúcar, milho, soja, dentre outras. A agroindústria brasileira tem apresentado um crescimento contínuo ao longo das últimas décadas. O aumento na produtividade das lavouras é reflexo, principalmente, de investimentos em pesquisa, melhoria genética das cultivares, novos equipamentos, defensivos mais eficientes, aprimoramento das técnicas de manejo e também pelo maior e melhor uso dos fertilizantes ou adubos (1-3).

Segundo a FAO, Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura, no Brasil, entre os anos de 1970 e 2001 houve um aumento da área cultivada de 150% e da adubação em 440%, culminando com um aumento da produtividade em 350%. Isto comprova que a fertilização está fortemente ligada com o aumento da produtividade das lavouras brasileiras, contribuindo para a diminuição da abertura de novas áreas para o cultivo e os estudos mostram que existe um potencial para aumentar ainda mais a produtividade das nossas lavouras (4,5).

No geral, os fertilizantes dividem-se em naturais ou sintéticos, podendo ser aplicados diretamente no solo ou sobre a parte aérea das plantas. Eles possuem elementos vitais para o perfeito desenvolvimento das plantas. São classificados quanto a sua exigência pelas plantas: em macronutrientes, quando exigidos em maiores quantidades, geralmente relacionados ao crescimento vegetativo da planta e micronutrientes, quando exigidos em menores quantidades, relacionados com processos metabólicos celulares mais específicos. Em ambos os casos as quantidades variam de acordo com a espécie da planta e também quanto ao seu estágio de desenvolvimento (6-9).

A crescente demanda pela produção de alimentos colocou o Brasil na quarta posição entre os maiores consumidores de fertilizantes no mundo, ficando atrás somente da China, Índia e Estados Unidos(10,11). Em seu anuário, a Abisolo – Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal, registrou em 2020 um aumento de 43% em vendas de fertilizantes especiais (foliares, organominerais e orgânicos) com relação ao ano anterior (2019), ultrapassando a cifra de 10,1 bilhões de reais (12,13).

                        A Nodusoja também possui uma linha de fertilizantes líquidos e sólidos solúveis. São fertilizantes foliares, fertilizantes para o tratamento de sementes e também uma linha completa de adjuvantes para aumentar a eficiência dos processos de pulverização das lavouras. São produtos de alta tecnologia, desenvolvidos com as melhores matérias-primas do mercado, sempre buscando entregar a melhor performance com o menor custo.

Em breve teremos novidades em nosso portfólio.

Consulte-nos para maiores informações.

Referências

[1] – FAO. Fertilizer use by crop in Brazil. FAO – Food and Agriculture Organization Of The United Nations, Roma, 2004.

[2] – LOUREIRO, F. E. V. L.; MELAMED, R. O fósforo na agricultura brasileira: uma abordagem minero-metalúrgica. 1ª ed. Rio de Janeiro, CETEM – Centro de Tecnologia Mineral, 2006.

[3] – CONAB – Companhia Nacional de Abastecimento; Séries históricas. [2021]. Disponível em: <https://www.conab.gov.br/info-agro/safras/serie-historica-das-safras/item/download/38678_e6f40c82b1af66665ce5e828d0fdd321>. Acessoem: Ago. 2021.

[4] – ISHERWOOD, K. F. Mineral Fertilizer use and the Environment, Rev. ed. Paris, IFA – InternationalFertilizerIndustryAssociation, 2000.

[5] – SCOLARI, D. D. G.; Produção Agrícola Mundial: O Potencial do Brasil. IN: VISÃO PROGRESSISTA DO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO. Brasília, DF: Fundação Milton Campos, p. 9-86, 2006.

[6] – MALAVOLTA, E. Manual de química agrícola: adubos e adubação. 3.ed. São Paulo: Agronômica Ceres, 1981. 596p.

[7] – LUCHESE, E. B.; FAVERO, L. O. B.; LENZI, E.; Fundamentos da química do solo – Teoria e Prática. 2ª ed. Rio de Janeiro, Freitas Bastos, 2002.

[8] – SOUSA, D. M. G.; LOBATO, E.; Cerrado – Correção do solo e adubação. 2ª ed. Brasília, EMBRAPA, 2004.

[9] – MARSCHNER, H. Mineral Nutrition of higher plants. 2a ed. Londres, Academic Press, 1995.

[10] –Global Fert – Informações estratégicas no mercado brasileiro de fertilizantes; China, Índia, Estados Unidos e Brasil concentram 58% da demanda global de macronutrientes.[2020]. Disponível em: < https://www.globalfert.com.br/boletins/china-india-estados-unidos-e-brasil-concentram-58-da-demanda-global-de-fertilizantes/>. Acessoem: Ago. 2021.

[11] – FAO. World Fertilizer Trends and Outlook to 2018. FAO – Food and Agriculture Organization of the Unites Nations, Roma, 2015.

[12] ABISOLO – Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal; Anuário Brasileiro de Tecnologia em Nutrição Vegetal 2019.73 p. [2019]. Disponível em: < https://www.abisolo.com.br/anuario/>. Acesso em: Ago. 2021.

[13] ABISOLO – Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal; Anuário Brasileiro de Tecnologia em Nutrição Vegetal 2020. 94 p. [2020]. Disponível em: < https://www.abisolo.com.br/anuario/>. Acesso em: Ago. 2021.

20/10/2021

Autor: Fábio Plotegher  – Químico e Doutor em Ciências. 

Licenciado em Química (2007) pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), Mestre em Físico-Química (2010) pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e Doutor em Ciências com Ênfase em Físico-Química (2014) pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

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